Potiguar (potiguares no plural) é uma denominação dada a quem nasce no estado do Rio Grande do Norte (assim como norte-rio-grandense ou rio-grandense-do-norte). Potiguar ou potiguara é o nome de uma grande nação tupi que habitava a região litorânea do que hoje são os estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Em tupi quer dizer "comedor de camarão"; vários descendentes da tribo dos potiguares adotaram, ao serem submetidos ao batismo cristão, o sobrenome Camarão, sendo o mais famoso deles o combatente Felipe Camarão, e sua esposa, Clara Camarão. (in http://pt.wikipedia.org)
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Capital menos violenta do Brasil,[13][14][15] décima-quarta cidade mais segura do Brasil[13] e terceira capital com melhor qualidade de vida do Norte-Nordeste,[16] é a vigésima-primeira cidade mais populosa do país, detendo em 2009 uma população de 806.203 habitantes (ou 1.312.123, contando a região metropolitana[2]). Deve-se observar que há áreas conurbadas à cidade, porém pertencentes aos municípios vizinhos, como Nova Parnamirim, com aproximadamente 50 mil habitantes, que é uma extensão da zona sul da cidade, dentro do município vizinho de Parnamirim, e outras áreas do aglomerado urbano da metrópole. Atualmente a cidade cresce num ritmo alucinante, contando, só na Zona Norte, com uma população de cerca de 300 mil habitantes.[17] Atrai aproximadamente 2 milhões de turistas ao ano[18] por contar com muitas praias e belezas naturais e também por sediar a maior micareta do país,[19] o Carnatal, o que faz com que a cidade se configure como a oitava cidade mais visitada por turistas do Brasil (dado de 2005[20]) e a mais visitada por portugueses.[21] O município foi eleito pela Aviesp (Associação das Agências de Viagens Independentes do Estado de São Paulo) como o melhor destino turístico doBrasil em 2007,[22] e também é uma das cidades com o maior número de leitos turísticos do Brasil, sendo aproximadamente 28 mil..[23]
Historicamente, a cidade teve grande importância durante a Segunda Guerra Mundial em 1942 durante a Operação Tocha, já que os aviões da base aliada americana se abasteciam com combustível no lugar que hoje é o Aeroporto Internacional Augusto Severo, sendo classificada como "um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA, junto com Suez, Gibraltar e Bósforo.[24] Natal é a segunda menor capital do país em área territorial[25] e, por isso, possui uma das mais altas densidades demograficas do país.[26]
É a capital brasileira mais próxima do continente europeu,[24] estando situada numa espécie de triângulo natural com um vértice para o norte, que é banhado de um lado pelo Rio Potengi e de outro pelo Oceano Atlântico, recebendo ventos constantes, condição que lhe concedeu o título, segundo a NASA, de cidade detentora do ar mais puro e renovável do continente sul-americano.[29] Está localizada no litoral do estado, numa região essencialmente cercada de dunas, com uma altitude média de trinta e três metros acima do nível do mar. (adaptado de http://pt.wikipedia.org)
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As famosas Dunas de Genipabu, pertencentes ao complexo do Parque Turístico Ecológico Dunas de Genipabu, composto além das dunas, pela praia, por uma lagoa e uma área de proteção ambiental, também não se localizam em Natal. Elas estão dentro do vizinho município de Extremoz, localizado a 20Km ao Norte de Natal.
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O Maior Cajuzeiro do Mundo também não fica em Natal. Ele se localiza na Praia de Pirangi do Norte, no município de Parnamirim.
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Ônibus que tem escrito PASSE LIVRE em Natal não significa que você não paga a passagem. Significa que esse ônibus faz parte de um sistema integrado de circulação que permite que o passageiro pague apenas uma passagem para chegar ao seu destino, mesmo que tenha que pegar mais de um ônibus, desde que o tempo entre o primeiro e o último embarque não seja superior a uma hora.
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Muitos ônibus de Natal não utilizam motorista e cobrador. Utilizam apenas uma figura: o motorista-cobrador. É uma loucura: a roleta é colocada logo na entrada do veículo e, a medida que os passageiros sobem, a roleta vai sendo liberada. Quando o passageiro utiliza a bilhetagem eletrônica, tudo bem; mas quando o passageiro paga em dinheiro, o motorista se vira em dois (ou três): coloca o ônibus em movimento e começa a puxar o troco de um lado, troca a marcha de outro, buzina, dá sinal de luz, assobia e chupa cana. O perigo da utilização dessa função contrasta com a placa estampada nos ônibus: "fale com o motorista somente o necessário". Não sei como os caras conseguem manter aquele jeitinho calmo dos natalenses com todo esse estresse. Apesar de eu ter verificado que a legislação local permite a utilização de, no máximo, 20% de motoristas-cobradores, a impressão que tive é que esse número é bem maior. É um verdadeiro absurdo. Onde estava o sindicato dos trabalhadores em transporte rodoviário quando se permitiu uma barbaridade dessas, que coloca em risco a segurança de centenas (ou milhares) de passageiros, além de ter causado um maior enriquecimento das empresas às custas de muitos cargos de cobradores que foram extintos?
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Na Via Costeira de Natal, existe um elefante branco enferrujando. Um fabuloso hotel de seis estrelas seria construído no local, à beira mar. A obra foi iniciada há cinco anos, e com orçamento de R$ 50 milhões, grande parte já investidos. Acontece que um desentendimento (e uma malandragem dos construtores) com a Prefeitura de Natal, o IBAMA e o Ministério Público desencadeou na interrupção da obra. O prédio possui 8 andares, o que contraria a legislação municipal, que visa preservar o direito de todos avistarem o mar. Ocorre que o hotel foi construído junto à parte alta da via costeira, sendo que quatro andares estão acima do nível da via e outros quatro abaixo. Essa é a malandragem: tentando burlar a legislação, fizeram a obra parecer lícita utilizando a parte mais alta da avenida. Com a briga judicial, os proprietários até colocaram enormes placas de 1º andar, 2º andar, 3º andar e 4º andar, insinuando que os demais estariam no subsolo, o que não é verdade. Parece que a contenda está chegando ao final, com a decisão de que a obra continue, desde que o último andar seja demolido. Pelo que pude perceber passando pelo local, vão ser gastos muitos reais para recuperar o que a maresia deteriorou nesses cinco anos. Com a proximidade da Copa do Mundo e Natal estando entre uma das cidades-sede, acredito que os proprietários queiram concluir o quanto antes o empreendimento para recuperar parte dos prejuízos.
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